Ogair Júnior

RELEASE BIOGRÁFICO


Ogair Júnior

Ogair Júnior nasceu em São Caetano do Sul – SP onde iniciou seus estudos musicais aos seis anos de idade com os professores Priscila Redondo e Antonio Carlos Santana. Aos 11 anos de idade passou a estudar a Fundação das Artes em São Caetano do Sul onde completou a primeira parte de sua educação musical. Lá mesmo se interessou pela música Instrumental participando de trios, quartetos e pela tradicional Big Band da Fundarte, onde foi o Pianista titular por três anos. Concluiu o curso da Fundação das artes em 1999, sob a orientação do Professor e Maestro Antônio Carlos Neves Pinto, sendo que o mesmo o convidou para que fosse seu substituto nas aulas de Rítmica e Piano Popular. Mais Tarde, nessa mesma escola, passou a dar aulas de percepção, estruturação, prática em grupo e foi convidado a dirigir a Big Band, onde ficou por três anos. Paralelamente ingressou na Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM) onde concluiu o Curso de bacharelado em Piano e logo em seguida foi convidado pela mesma instituição a fazer parte do corpo docente.

Como instrumentista já atuou com vários artistas como Gal Costa, Célia Cruz, Ná Ozetti, Virgínia Rosa, Eugênia Melo e Castro, Mônica Zarité, Graça Cunha, Olívia Byington, Jair Rodrigues, Ney Matogrosso, Luciana Mello, Fernanda Porto, Luciana Alves, Verônica Ferriani, Ana Cañas, Lucinha Lins, Tânia Alves, Rita Braga, Maria Alcina, Toninho Ferragutti, Proveta, Dino Barioni, Vinícius Dorim, Vicent Garden, Jorge Ervolini entre outros.

Foi Também Maestro do Programa da Hebe Camargo (SBT) no período de 2006 a 2008.


Como Diretor Musical destacam-se alguns trabalhos recentes como:

PALAVRA DE PAULISTA

Idealizado por Mesa 2 Produções, este show tem como objetivo homenagear compositores, músicos e intérpretes do cenário musical de São Paulo.


Virgina Rosa, canta Paulo Vanzolini e Itamar Assumpção

Célia, canta Adoniram Barbosa e João Pacífico

Vanessa Fallabela, canta Guilherme Arantes

Eugênia Melo e Castro, canta Rita Lee

Maria Alcina, canta Arnaldo Antunes


BAITA NEGÃO

É o show de Virgínia Rosa e também um dos apelidos do compositor, cantor, ator e artista plástico Monsueto Campos de Meneses (1924/1973).

Carioca nascido no Morro do Pinto, Monsueto transitava por todas as escolas de samba sem ser diretamente convidado a nenhuma. é autor de sambas imortais como “Mora na Filosofia” e “Me Deixa em Paz”, seu primeiro grande sucesso.


PALAVRA DE MULHER

Ninguém deu voz e cantou o universo feminino tão magistralmente como Chico Buarque. E suas inesquecíveis personagens ganharam vida na voz de diversas cantoras e atrizes. Lucinha Lins já foi Vitória-Régia, a grande vilã de Ópera do Malandro, e a prostituta Nancy de O Corsário do Rei. Tânia Alves gravou seu primeiro disco por intermédio de Chico Buarque, que depois a convidou para viver Terezinha, protagonista de Ópera do Malandro, na montagem paulista, e Bárbara, em Calabar. Num clima de cabaret, Virgínia Rosa, Tânia Alves e Lucinha Lins cantam e/ou contam personagens femininas imortalizadas na obra de Chico Buarque para teatro e cinema em canções como "Tatuagem", "O Meu Amor", "Folhetim", "Sob Medida", "Terezinha", "Tango de Nancy", "à Flor da Pele", "Pedaço de Mim", entre outras.


NA BATUCADA DA VIDA

Cantora brasileira - embora nascida em Portugal - de maior sucesso no exterior, Carmen Miranda mostrou ao mundo o que é que a baiana tem e amealhou fãs não só no Brasil, mas em toda parte. Com balangandãs e turbantes - sua marca registrada - encantou plateias inteiras e ganhou as telas do cinema, chegando a ser um dos maiores salários de Hollywoodspan>.

Célia, Lucinha Lins e Virgínia Rosa são amigas, já se apresentaram juntas, compartilham músicos e sonhavam fazer juntas uma homenagem à Pequena Notável. O primeiro sucesso de Célia foi a canção "Adeus Batucada", consagrada na voz de Carmen Miranda; Lucinha Lins quis viver Carmen Miranda no teatro e Virgínia Rosa já interpretou alguns de seus sucessos no show Alô Alô Carnaval.

Com a participação de seis músicos, NA BATUCADA DA VIDA recria grandes sucessos de Carmen - como "Tic-Tac do Meu Coração", "Adeus Batucada", "Tabuleiro da Baiana", "Tico-Tico no Fubá", compostos por nomes como Assis Valente, Sinhô, Dorival Caymmi e Joubert de Carvalho.


VOLTEI A CANTAR

Ao lado da renomada cantora Mônica Zarité que já foi preparadora vocal do Deep Purple, Alice Cooper, Yes, Allan Parsons, Tony Handley e Deal em suas turnês pelo Brasil, o show traz um repertório de canções que retratam a versatilidade musical dos artistas, a apresentação é um sofisticado passeio musical. O repertório passa por compositores brasileiros, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Pixinguinha, Lamartine Babo, Milton Nascimento, Placa Luminosa, incluindo ainda standards e canções de musicais, proporcionando uma experiência musical única e intensa.


A MESMA VOZ & OUTRO PIANO

No dia 15 de agosto de 2009, Virgínia e Geraldo reuniram-se no estúdio Cia do Gato, em São Paulo, para gravar o CD. Lançado em outubro de 2010, Virgínia Rosa & Geraldo Flach - Voz & Piano é uma síntese das várias apresentações que fizeram juntos. Mas a vida nem sempre é generosa e, em três de janeiro de 2011, Geraldo Flach faleceu vítima de um câncer contra o qual vinha lutando há tempos. Nos dias 15 e 16 do mesmo mês, Virgínia homenageou o amigo e músico extraordinário com dois belos shows, acompanhada ao piano por Ogair Júnior, (que participa do disco na faixa “Tahi”). Como o show tem que continuar, Virgínia Rosa sobe ao palco agora acompanhada ao piano por Ogair Júnior. A mesma voz, outro piano e o mesmo bem-cuidado trabalho que é marca registrada da carreira destes artistas.

A Mesma Voz & Outro Piano apresenta ao público o meticuloso trabalho registrado no CD Virgínia Rosa & Geraldo Flach - Voz & Piano e que conquistou a crítica especializada. O show foi reformulado, algumas músicas ganharam novos arranjos e interpretação, outras permaneceram com os arranjos concebidos por Geraldo Flach. O repertório do espetáculo traz músicas que integram o CD como “A Flor”, “Qui Nem Jiló”, “Kalu”, “Pressentimento”, “Dindi”, “Maria, Maria”, “Mercedita”, “Upa Neguinho”, “Cacilda”. “Meu Amor Chorou”, “Canção de índio”, “Choro Amoroso” e “A Voz do Coração”.


VIRGINIA ROSA CANTA CLARA NUNES

Clara Nunes cantava samba, choro, valsinha, ou que fosse. E costumava dizer que cantava as músicas de seu país. Fã absoluta de Clara Nunes, desde que foi convidada a participar de um show em sua homenagem, Virgínia Rosa mergulhou fundo no trabalho da cantora - que morreu prematuramente, em 1983, aos 40 anos. O resultado dessa pesquisa foi este show, que deu origem também a um especial para a TV Cultura levado ao ar para todo o Brasil em 31 de dezembro de 2004. Entre as músicas que Virgínia interpreta estão "Ai Quem Me Dera" (de Vinicius de Moraes), "Canto das Três Raças" (de Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte) e "O Mar Serenou" (de Candeia).


UM GOSTO DE SOL

Portugal e Minas Gerais têm uma ligação efetiva e afetiva desde sempre. Nestes últimos anos a troca empresarial entre Minas Gerais e Portugal cresceu e deu frutos indiscutivelmente positivos. Estão concretizadas as parcerias e as conquistas nos dois territórios complementares, ancestralmente e culturalmente cúmplices. Minas Gerais é o estado mais português do Brasil, culturalmente, na tradição familiar, no comportamento, na linguagem artística, na sua maneira de ser.

Este CD junta, na voz de Eugénia Melo e Castro, as influências poéticas, musicais e estéticas que existem em Minas Gerais e em Portugal. No repertório, canções mineiras e portuguesas em que os temas, os arranjos, a maneira de cantar e de sentir a música são muito semelhantes, numa mesma intenção no canto, nas palavras, nos sons e nos sentimentos.


Logo abaixo estão listados alguns CD’s atuais:


O LADO OCULTO DAS CANÇÕES

CD da cantora Célia - que teve patrocínio da Klabin e foi lançado no ano de 2010 em comemoração aos 40 anos de carreira que a cantora completou.

Este CD contou com as participações de Ney Matogrosso que, como convidado especial, canta com Célia uma inusitada versão de “Não Se Vá”; o músico Toninho Ferragutti, que faz uma participação especialíssima na faixa “Apelo”, de Vinicius de Moraes. A foto da capa é resultado do renomado fotógrafo Luís Trípoli.

Canções conhecidas do grande público como “Sonhos” (de Peninha), “Se Não For Amor” (de Benito de Paula), “Não Vou Ficar” (de Tim Maia), “êxtase” (de Guilherme Arantes), com novas roupagens que, sempre numa toada jazzística, passeiam pelo choro, bolero ou tango. Sem falar na inédita “Desejo de Mulher”, composta por Zélia Duncan especialmente para o disco, e da belíssima “Cigarro” (de Zeca Baleiro).

A canção “Vidas Inteiras”, de Adriana Calcanhoto, uma das faixas do CD, foi tema da personagem interpretada pela atriz Larissa Maciel em Passione, novela das oito da Rede Globo, cuja trilha sonora foi lançada pelo selo Som Livre.

Com este CD, Célia concorreu ao 22º prêmio da canção brasileira no ano de 2011, como melhor cantora ao lado de Maria Bethânia, Elba Ramalho, Hebe Camargo, Mariene de Castro, Mart'nália, Nina Becker, Roberta Sá e Vanessa da Mata.




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